Dolls (ou sobre como hoje estou fatalista)
E se um dia, e se um medo enorme, e se não. Porque todas elas evaporam feito éter. E agora? É só um vazio. Um nada dentro e em volta. E então ela tinha voltado ao começo, mas ela nunca sabia por onde começar. Noites em claro. Barulhos horríveis. E uma dor que não tinha como. Lágrimas, lágrimas, lágrimas? Ela implorava, mas nenhuma. No surprises. Talvez fosse para arrancar da pele. -E se não? -Vai doer muito. -Mais do que já está doendo? (olhar) Assim, arranque. (pausa) Eu não consigo. -Fraca. Ela sentiu o desprezo se jogando na face. E ela precisava dormir para acordar. As noites não lhe davam trégua. -A saída, por favor? -Volte para o começo. Mas ela não sabia como começar. Pelo medo, é sempre pelo medo. -E se um medo enorme? -Não o desafie.